TH entrevista  Inserido Thursday 17 April 2008 21:17

"Sexo com groupies repugna-me" Uma regra jornalistica diz que entrevistar um jovem de 18 anos é aceitável como leite em pedra (?). Mas é diferente com Bill Kaulitz. O seu primeiro beijo ou o vicio pela fama: a estrela adolescente que recentemente tem sido rotulada por "gay", fala melhor que muitas das estrelas veteranas alemãs. A VANITY FAIE esteve com o Bill pouco depois da sua cirurgia e manteve contacto por e-mail com ele depois da cirurgia

. VF: Senhor Kaulitz, como é que te sentes depois da cirurgua às cordas vocais?

BK: Bem, apenas me sinto como te tivessem enfiado um tubo de metal pela garganta abaixo enquanto estavas sobe anestesia geral, para te cortarem algo nas cordas vocais. Toda a gente sabe como é isso. Estou contente por isto ter acabado. Mas continuou a temer pela minha voz e sinto-me mal por ter cancelado os concertos.

 VF: Quanto tempo terás de descansar?

BK: Não me permitem falar nos próximos 12 dias depois da cirurgia. Depois vou ter de estar 4 semanas na reabilitação de voz. Mal posso esperar por isso.

VK: Vamos falar do início. Diz-se que a creatividade alimenta da memória de dor e flagelação. Como foi contigo?

BK: Acho que o que me magoou mais foi a separação dos meus pais. Eu tinha sete anos e eu não percebi isso. Isso influenciou-me muito. Há uma m+usica sobre isso no primeiro albúm. Chama-se "Gegen Meinen Willen".

 VF: Sabemos que o teu padrasto Gordon Trümper é professor de guitarra. O que é que faz o teu pai biológico? B

K: Ele é conductor de camiões e vive em Hanover.

 VF: Quando tinhas 8 anos de idade a tua família mudou-se de Magdeburg para Loitsche, onde apenas vivem 700 pessoas. Como foi a experiência com esta mudança?

BK: Senti-me muito mal porque não sou uma pessoa do campo. Agora podem imaginar como eu e o Tom nos destacavamos. Eles olhavam para nós como se fossemos extraterrestes que são completamente loucos. A escola era horrivel também. É dificil levantares-te às cinco e meia da manhã para apanhares o autocarro para Wolmirstedt e não estava em casa antes das quaro e meia. Como eu odeiava isso! E sempre as mesmas pessoas na escola. Foi o pior tempo da minha vida.

VF: Como é que os vossos professores reagiam com os irmãos Kaulitz? 

BK: O Tom e eu estivemos sempre juntos até ao 7º ano. Depois fomos separados devido a um castigo. Foi uma bofetada naquilo que realmente nos influenciava. Até aí faziamos tudo juntos. Somos gémeos idênticos e muito próximos. Claro que lutamos para nos transferissem de novo, mas os professores diziam que não podeiram fazer isso porque tinhamos a boca grande. Eu não era pessoa que levanta-se o dedo e falasse normalmente. Eu gritava sempre. A minha mãe era chamada todos os dias à escola.

VF: Como eram as tuas notas?
BK
: Boas. Eu sempre tive uma média de 1,8. Isso é que irritava mais os professores.

VF: Os professores tinhamautorização para te magoar?
BK:
Não muito. Eu não era um louco que roia as unhas. Eu sempre fui muito auto-confiante. Eu ia para a escola assim porque eu sabia que toda a gente ia olhar e os professores iam falar disso (de ir com as unhas pintadas e o cabelo em pé). Eu gostava disso. Eu queria chamar à atebção com o meu estilo. As pessoas deveriam falar de mim.

VF: Há pouco tempo atrás, voces terminaram o ensino secundário via correio. Isso foi importante para diferenciar uma omolete do Hamlet?
BK:
Bem, alguém teria de dizer a diferença. Mas o sistema da escola e pouco individual. Porque +e que eu estudo matemática se eu sei que nunca mais precisarei disso na minha vida? Eu comecei com a música no 8º ano. Toda a gente ficou boquiaberta. Mas só aprendemos os CVs (?) do coração de algumas pessoas - nenhuma inspiração. Eu sempre tive más notas na música a cantar porque tinhamos de cantar as músicas de outros artistas. Era horroroso!


VF: Será que aquilo que dizem de que a música é um bilhete de saída da melancolia da provincia aplica-se a ti?
BK:
Sim! Eu sempre pensei: Quero sair desta aldeia de m****, onde toda a gente conhece toda a gente! O pior de tudo é a vida diária. Eu odeio isso. É por isso que os Tokio Hotel são a coisa certa para mim. Todos os dias é diferente: Novas cidades, novas pessoas.

VF:Será alguém um dia tão importante como o Tom é para ti?
BK:
Não. Eu naõ poderia imaginar a minha vida sem o Tom. Ningúem consegue descrever o quão próximos nós somos. É algo extraordinário. Temos muitas vezes os mesmos pensamentos e sonhos. Acho que nem precisamos de falar um com o outro.

VF: Muitos gémeos idênticos vêem as suas semelhanças como e fazem paisagns destruidoras.
BK:
Discutimos é claro. Mas quando temos uma discussão, é mau. Agredimo-nos e damos socos um ao outro. Hà um ano atrás agredimo-nos um ao outro com cadeiras num quarto de hotel. Mas não fomos por ai além. Batemos com a porta, um de nós desapareceu e dez minutos depois já nos estavamos a falar.

VF: Quem é o mais próximo de ti? O Bill pintado ou o natural?
BK:
Definitivamente o pintado. O Bill natural é como uma máscara para mim. Eu também andaria assim na rua se não fosse famoso. Pertence-me totalmente.

VF: Quem visitas na tua terra natal?
BK:
A minha familia.

VF: As crianças famosas são dos artistas mais "corrompidos" porque se destroem a eles próprios quanto mais velhos forem. Fingirias que tinhas uma falha de vez em quando só para que a tua imagem fosse mais interessante?
BK:
É bom mostrarmos que não somos perfeitos. Mas eu não quero fazer isso. Fazer algo para que os teus fãs se preocupem contigo e não te deixem é mau. O que eu odeiei mais no principio foi que as bandas mais velhas e pessoas da editora punham rótulos para me mostrarem como isto funciona. Isso não funciona como conselho! Na nossa primeira vez com a editora, eles queriam dar-nos um estilista que iria trabalhar a nossa imagem. Eu continuou a não ter um estilista que me diz o que devo ou não vestir. Isso iria constringir-me. Nós decidimos sobre todos os concertos ou contractos por nós próprios porque achamos que é muito mau não ser auto-determinado.

VF: Quem está autorizado a dizer-vos "não"?
BK:
Ninguém. Nem o nosso manager nem a editora. Os únicos a quem eu continuo a ouvir são os meus melhores amigos e a minha família. Quando a minha mãe me diz "Bill, isso é completamente louco!" eu iria pensar sobre o assunto.

VF: Os vossos pais ainda continuam em cima de vocês?
BK:
Vou ter de dizer, a nossa mãe nunca fez isso. Fazer os trabalhos de casa era opcional. Ela deixava-nos livres mas sempre nos vigiava. Há uma grande confiança entre nós. Somos como amigos. Não há nada que eu não contaria á minha mãe. E nunca tive um segredo de que ela nunca soubesse. Quando cheguei pela primeira vez a casa embriagado ela disse-me para pensar sobre o que fiz, mas não precisava de ter medo dela.

VF: A tua mãe diz para não ligares ao teu cabelo nem que seja só no Natal?
BK
: Não. Ela não se importa. Eu pintei o meu cabelo pela primeira vez aos 9 anos. Ele já esteve entre verde, azul, branco e preto. Eu fiz o meu piercing na sobreancelha aos 13 anos.

Cerca de 200 adolescentes femininos caem de extase nos vossos concerros, elas seguram cartazes com slogans "Fuck Me Through The Monsoon". Como se sentem quando esses milhões de raparigas projectam em vocês as suas fantasias sexuais?
BK:
Para ser sincero, não penso muito nisso. às vezes olhamos uns para os outros e temos de rir porque não conseguimos imaginar que alguém tenha os nossos posters nas suas paredes. Mas eu sempre achei fixe poder estar pendurado nas paredes de alguém. No passado, eu sentava-.me no meu quarto a pensar no que o meu idolo Nena estaria a fazer, onde estaria e no que estaria a pensar. Agora até posso acreditar que as pessoas se sentem nos seus quartos e pensem em mim. Para mim, eu sou tão normal, somos tão pouco especias para cada um. Somos para nós mesmos.

VF: Quantas vezes pensas em ti na terceira pessoa?
BK:
Às vezes. Mas acidentalmente. Quando não estou motivado para fazer alguma coisa, penso: Bill deverias fazer isso de qualquer maneira, porque é bom para a banda.

VF: A vossa aparência calma em público aparentam ser "arrogantes" para algumas pessoas. Há aí alguma diferença entre o personagem Bill e o Bill real?
BK:
Guardamos algumas coisas para nós mesmos. Mas aparte disso, não há grandes diferenças. Nos últimos três anos temos andado a correr sem parar. Não há uma paragem quando chegas a algum lado e tens algum tempo privado. Mesmo em tour há camaras atrás de ti o dia inteiro, 24 horas por dia. (...)


VF: Aqueles quie invejamos raramente se sentem invejáveis. O que é mais irritante em ser o Bill?
BK:
O meu maior problema é confiar. Eu dificil acredital em alguém e deixar-me levar. Nos últimos anos eu não fiz muitos amigos novos e nunca me apaixonei. Quando conheço alguém sou muito cuidadoso e céptico e penso: O que está por detrás disto? Infelizmente quando alguém conhece alguém torna-se estranho ou vão contar tudo a imprensa. Se eu não fosse famoso, eu talvez me apaixona-se por alguém que já conheço à muito tempo.



VF: Quem te traiu mais?
BK
: Eu não me deixei levar a um ponto em que alguém pudesse fazer isso. Eu visto um escudo. Sair e conhecer alguém sem contar a ninguém antecipadamente é a maior coisa que tens de esquecer. A minha vida é a vida que eu sempre quis.

VF: No problema da confiança é que muitas vezes razão para as estrelas sairem com outras estrelas?
BK
: Sim. A Angelina Jolie não se tem de preocupar se o Brad Pitt está com ela apenas para ficar famoso. Uma celebridade prefere arranjar alguém que tenha a mesma vida que ela. As minhas namoradas nunca entenderam porque é que eu ia para a sala de ensaios depois da escola e porque preferia actuar em bares no fim-de-semana em vez de ficar com frente à TV com elas. Claro que é muito mais dificil hoje em dia. Quem quer viver a esta vida contigo? E claro que a pessoa terá de entender que não podes sair durante toda a vida.

 

VF: Quando foi a última vez que estiveste apaixonado?
BK:
Há três anos e meio atrás. Ainda não encontrei o meu grande amor. Acho que nem toda a gente o encontra. E se encontrar, é só um. Na minha situação, vou precisar de muita sorte para o encontrar.

VF: Com 18 anos, não preferes curtir com alguém de alguma forma?
BK:
Não sei. Precisamente por causa desta vida eu prefiro encontrar o meu grande amor em vez de curtir. Eu quero partilhar o pouco tempo livre com alguém em que eu sei: Está é a tal!

VF: Já disseste "Amo-te" a uma rapariga?
BK:
Sim. Mas eu não deveria. Eu deveria ter dito "Gosto de ti". A mais velha que eu tive, a mais séria, eu precebi essas diferenças. O Tom provavelmente diz "Amo-te" a uma rapariga para a levar para a cama.

VF: Vocês competem pelas raprigas?
BK:
Gostamos do mesmo tipo de raparigas. E as nossas namoradas eram sempre amigas mutuas. E isso era bom porque elas saiam juntas connosco. O nosso primeiro beijo aconteceu com a mesma rapariga. O Tom foi o primeiro. No dia seguinte, ela beijou-me a mim. No fim acabamos com ela. Ó meu deus, pensamos que era horrivel - o beijo foi horrivel.

VF: Que idade tinhas?
BK:
Onze. Ela tinha mais três anos e era mais experiente.

VF: Quando é que o tom teve sexo pela primeira vez?
BK
: Aos 14 anos, se me lembro.

 




VF: É dito que o Tom anda com mulheres como se não houvesse o amanhã.
BK:
Eu deixo-o fazer o que quer. Ele tem a coragem de estar com qual quer pessoa todas as noites.Eu não tenho vontade disso. Mas somos sempre diferentes quando isso vem.

 

VF: O teu colega Robbie Williams uma vez disse-nos que havia duas crianças de groupies na Alemanha. Uma criança quer tirar uma foto durante o sexo para ter a prova para mostrar aos seus amigos. O outro miudo diria "Robbie, tens certeza aque os teus sentimentos são reais por mim? durante o sexo.
BK:
O Tom também me dise isso. Desde que estamos em Tour, eu não levei ninguem para a cama. Isso é nojento para mim, de ter alguem que nem sequer conheço na minha cama todas as noites. Eu ainda não chegeui a esse ponto. Eu não teria a confiança necessária para levar uma rapariga para o meu quarto por uma noite. A única coisa privada que tu tens durante a Tour, é o teu quarto de hotel. E deixar alguem dormir lá por uma noite - não, eu seria realmente céptico.

VF: Tu jás tivestes sexo?
BK:
Eu quero que isso fique o meu segredo.

VF: Surpreende-te que as pessoas pensem que és gay?
BK:
Não de todo. Muitas pessoas tem esse cliché: maquilhagem + cabelo = gay. Eu queria acertar essa declaração mas agora não é o caso. Todas as pessoas fazem aquilo que querem. Uma coisa não tem que ser necessáriamente de ser a outra.

VF: O que farias se fosses uma mulher por um dia?
BK:
Eu definitivamente não iria envolver-me com o meu irmão.

VF: Mas?
BK:
Oh meu deus, o que faria eu? Provavelmente o que faço agora.

VF: O que gostarias de proibir as raparigas?
BK:
Não serem ciumentas, porque o ciume é muito importante. Quando estou apaixonado eu imediatamente reclamo com tudo e não abandono-a mais. Eu ficaria maluco se a minha namorada me dissesse: "Bill, eu não quero saber de todas essas raparigas histéricas. Eu confio totalmente em ti."

VF: Alguma vez fostes enganado?
BK:
Não. Eu também nunca enganei ninguém. Fieldade é uma das coisas mais importantes para mim.

VF: Como chateaste as tuas namoradas?
BK:
Eu falo muito alto. O dia inteiro. E sempre com mãos e pés. E eu não deixo ninguem falar. Toda a gente é  chateada por isso.

VF: O que é mais dificil: amar outra pessoa ou amar-te a ti próprio.?
BK:
Amar-te a ti próprio. é realmente dificil de aguentares com tudo o que tu és. Há incrivelmente muitos momentos em que estou inseguro e gostaria de cavar um buraco para me enfiar, puxar um cobertor por cima de mim e deixar-me filar lá por um ano. Ás vezes estou contente por estarmos nesta pressão e termos um concerto atras do outro, deste modo não tens tempo para pensar demasiado. Não tens simplesmente tempo para a solidão.

 


 


VF: Podes ainda sobreviver sem uma Celeb-Sitter?
BK:
Eu não consigo ir a uma padaria. Por isso é claro que alguma pessoa tem que fazer isso. Mas o meu problema é que sou incrivelmente perfeccionista. Eu não deixo outras pessoas fazerem isso. É anormal - e está cada vez pior. Todas as coisas tem que ser feitas por detalhes, porque preciso de saber exactamente o que está para vir. Se não eu fico doido. Isso stressa o Tom ompletamente. Embora eu pague a muitas pessoas para aliviar-nos de algumas coisas. Mas nos criamos isto, por isso é dificil para nos quando outras pessoas "deitam a mão" nos Tokio Hotel.

VF: Também controlas as tuas finanças?
BK:
Sim, eu faço isso desde que tenho 13. eu tenho acesso a tudo e controlo isto como controlo a minha carreira.

VF: Sabes quantos milhões tens?
(Uma mulher com um placar da editora grita do fundo: "Não há conversas sobre dinheiro!")

VF: Quando vais comprar a vila dos teus pais?
BK:
Logo que eu me possa dar ao luxo disso. Eu definitivamente quero viver com os meus pais. Nós somos tão chegados, eu não pensaria nisso como sendo um esforço. Não há limites onde eu poderia dizer: "O meu deus, agora vão-se embora."

VF: Vamos assumir que és raptado. O que seria uma quantidade rasoável de um resgate?
BK:
Tanto como todos os meus amigos podem ficar juntos. Claro que eles deveriam de reaver o dinheiro no fim.

VF: O que pensas sobre a queda da Britney Spears?
BK:
Eu percebo como uma coisa dessas pode acontecer, porque nos temos a mesma vida. Outras pessoas provavelmente pensam: "Ela tem dinheiro, ela alcança tudo, porque ela não relaxa?" Eu não posso imaginar-me sendo um artista solo e estar sozinho na estrada todo o tempo. Eu não confio em mim mesmo para carregar essa enorme pressão sozinho.

VF: Madonna em 1991 disse: "Eu só estarei feliz quando for tão famosa como Deus". És tu congenial?
BK:
Claro que é uma declaração engraçada. Mas eu não consigo realmente perceber isso, pois não há fim. tu não dizes simplesmente: "Bem, agora sou famoso na Alemanha e isso basta". Tu aspiras ser toda a gente , quando mais famoso possivel. Mesmo que eu fosse imensamente rico e teria uma própria ilha, eu continuaria com a minha carreira. é certo: Fama é uma droga. A desintoxicação seria um golpe, eu quase não seria capaz de lidar com isso.

VF: Se as drogas não fossem ilegais: o que gostarias de exprimentar?
BK:
Alguma coisa que me relaxasse e que não me leva a precisar de controlar tudo.




VF: És uma estrela nos teus sonhos?
BK:
Um dia tive um pesadelo: Eu deitado na cama, num quarto feito de video e tudo à minha volta era só fotografos, que tiravam toneladas de fotos minhas. Eu disse para a nossa equipe: "Merda, merda, podem os tirar daqui?" Mas um deles disse: "Não, eu não posso fazer isso. Tens um compromisso e adormecestes." Mas eu nunca faltei a um compromisso. Eu tenho sempre 3 derpertadores, por isso eu não adormeço. E eu nunca sou impontual.

 

VF: Porque é que ninguem ainda te viu a dançar?
BK:
Eu nunca danço. Eu simplesmente sento-me num canto - as menos que esteja bebado. Eu faço isso depois. Eu penso que dançar é uma coisa de mulheres. Mesmo que isso possa parecer atrasado: Somente as raparigas têm que dançar por todo o lado.

VF: Ás vezes pensas sobr eo teu próprio funeral?
BK:
Eu tenho que dizer sim. Os meus amigos, que têm a mesma idade que eu, também pensam sobre isso. Tu imaginas quem poderia estar lá e quem poderia realmente chorar por ti.

VF: Qual música deveria ser tocada no teu enterro?
BK:
"Magic Dance" do David Bowie do filme "Labirinto". É uma canção muito divertida e o "Labirinto" é um filme sobre a minha infancia e eu adoro ainda cada pedaço dele.

VF: O que irás vestir no teu caixão?
BK:
Eu vistaria-me todo de preto e com um casaco de cabedal. O meu último desejo seria que o meu cabelo estivesse arranjado. Eu espero que tenha ainda cabelo. Se não, alguem devia de me colocar uma peruca.

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Todos os comentários feitos ao artigo : TH entrevista

  • anocas diz:Wednesday 06 August 2008 22:09

    ke entrevista grande!
    um dos meus desejos do assunto dos th era ver uma foto do bill e do tom a mostrar o muskulo!
  • pipa kaulitz diz:Wednesday 09 July 2008 19:26

    quando soube oque tinha acontecido ao bill fiquei muito triste entao quando fiquei a saber que ele ia ser operado tive medo que a banda acabassemas depois sabia que o bill era forte eia ultrapacar essa fase hoje ele esta optimo e entra nos concertos em grande BILL ADORO-TE nao se esquecam TOKIO HOTEL 4 EVEEEEEEEEEEEEER .AMOTE MUITO TOM KAULITZ

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